O MÉTODO

Seis etapas, uma só direção.

O mesmo pipeline corre em todos os projetos, seja um único filme ou uma campanha que tem de ser lançada em mais do que uma língua e formato. Está aqui descrito para que veja onde entram as suas decisões antes de se comprometer com o que quer que seja.

  1. 01

    Briefing

    Começamos pelo que a peça tem de fazer: o público, a mensagem, onde vai ser exibida e em que formatos e línguas. O âmbito e o número de planos resultam dessa conversa, tal como um prazo realista.

    Descreve o projeto. Nesta fase nada fica comprometido e nada é orçamentado.

  2. 02

    Tratamento

    A abordagem criativa é acordada antes de começar o desenho de planos: a história, a estética, a linguagem de câmara e as regras de continuidade que a peça vai respeitar do primeiro ao último fotograma.

    Aprova a direção ou devolve-a. É o momento mais barato de todo o processo para mudar de ideias.

  3. 03

    Desenho de planos

    Cada sequência é dividida em folhas de planos dirigidas antes de ser gerado um único fotograma. Marcação, objetivas e iluminação são decididas aqui, por escrito, plano a plano.

    Vê as folhas de planos. O que lá está é o que vai ser construído.

    Folha de planos, Qissaverse
    1. 01. Plano geral. Noite. O livro atravessa a lua, a cidade em baixo.

      01Plano geral. Noite. O livro atravessa a lua, a cidade em baixo.

    2. 02. Plano geral, picado. A biblioteca, um rapaz à porta, luz da janela redonda.

      02Plano geral, picado. A biblioteca, um rapaz à porta, luz da janela redonda.

    3. 03. Por cima do ombro. Os três entram no mercado, com o sol à frente.

      03Por cima do ombro. Os três entram no mercado, com o sol à frente.

    4. 04. Plano médio, de costas. O rapaz sozinho na rua, em contraluz, a multidão desfocada.

      04Plano médio, de costas. O rapaz sozinho na rua, em contraluz, a multidão desfocada.

    5. 05. Plano de pormenor. Mãos e a balança, moedas nos pratos, luz de candeeiro.

      05Plano de pormenor. Mãos e a balança, moedas nos pratos, luz de candeeiro.

    6. 06. Plano geral. Pôr do sol. A caravana atravessa a duna em silhueta.

      06Plano geral. Pôr do sol. A caravana atravessa a duna em silhueta.

  4. 04

    Produção

    Cada plano é construído a partir de prompts estruturados, e não de texto corrido, com controlo de prompts baseado em JSON. As personagens mantêm-se estáveis ao longo da produção graças às fichas de referência, e o diálogo é ajustado à imagem com sincronização labial ao fotograma.

    Não precisamos de nada da sua parte enquanto esta fase decorre, a menos que algo mude no briefing.

    Prompt estruturado, Trailer Park, plano 01
    plano
    01
    enquadramento
    Geral, de cima, as caravanas entre as árvores
    câmara
    Alta e nivelada, um lento avanço
    luz
    Primeira luz, névoa nas árvores, uma janela acesa
    continuidade
    O mesmo parque e a mesma luz no plano 02
  5. 05

    Revisão e versões

    As versões são produzidas e comparadas lado a lado, em vez de decididas no próprio dia. Uma mudança de local, de cor de produto, de hora do dia ou de língua é mais uma passagem pelo pipeline, não uma nova rodagem.

    Compara as versões entre si e indica qual avança.

    Ficha de consistência, Qissaverse
    1. Biblioteca, 0:52

      Biblioteca, 0:52

    2. Mercado, 1:20

      Mercado, 1:20

    3. Biblioteca, 3:24

      Biblioteca, 3:24

    4. Os mesmos três, mantidos iguais ao longo de quatro minutos: rosto, guarda-roupa e proporções fixados uma vez e aplicados a todos os planos.

  6. 06

    Acabamento e entrega

    Etalonagem, logótipo aplicado e entrega do master nos formatos e proporções de imagem de que a campanha realmente precisa, masterizado a partir de um conceito em vez de remontado para cada colocação.

    Recebe os masters. Os requisitos de formato e de proporção de imagem são definidos logo no briefing, não descobertos aqui.

    Entrega, Canyon Run, um fotograma
    16:9 Televisão e cinema
    16:9Televisão e cinema
    9:16 Vertical
    9:16Vertical
    1:1 Quadrado
    1:1Quadrado

    Um master, todos os formatos, com o logótipo aplicado em cada um.

Métodos próprios

Estes não mudam com as ferramentas. São a razão pela qual o resultado se mantém consistente ao longo de toda uma produção, e não apenas plano a plano.

  • Fichas de consistência de personagens
  • Sincronização labial ao fotograma
  • Engenharia de prompts em JSON
  • Versões A/B e iteração
  • Adaptação entre plataformas

Perguntas sobre o processo

Como funciona na prática.

Qual é o momento mais barato para mudar de ideias?

Na fase de tratamento, a segunda etapa. A abordagem criativa é acordada aí, antes de começar o desenho de planos, por isso uma mudança de direção custa uma conversa e não uma passagem de produção.

De que precisam da minha parte enquanto a produção decorre?

De nada, a menos que algo mude no briefing. As suas decisões entram no briefing, no tratamento, nas folhas de planos e na revisão de versões. A quarta etapa decorre sem si.

Como sei o que vou receber antes de ser construído?

Vê as folhas de planos. Cada sequência é dividida em folhas de planos dirigidas antes de ser gerado um único fotograma, com marcação, objetivas e iluminação decididas por escrito, plano a plano. O que lá está é o que vai ser construído.

Como são tratadas as diferentes versões?

As versões são produzidas e comparadas lado a lado, em vez de decididas no próprio dia. Uma mudança de local, de cor de produto, de hora do dia ou de língua é mais uma passagem pelo pipeline e não uma nova rodagem, e cabe-lhe a si dizer qual a versão que avança.

Dependem de uma única plataforma generativa?

Não. Nenhuma plataforma é boa em tudo e as boas mudam a cada poucos meses, por isso as ferramentas em uso mudam com o tempo e nunca são um compromisso. Nenhum projeto é concebido em torno de uma delas.

Infraestrutura de cloud e IA

  • MicrosoftAzure
  • DIFCInnovation One

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